Repúdio a ignorância política
O Analfabeto Político
O pior analfabeto
É o analfabeto político,
Ele não ouve, não fala,
nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
o preço do feijão, do peixe, da farinha,
do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.
O analfabeto político
é tão burro que se orgulha
e estufa o peito dizendo
que odeia a política.
Não sabe o imbecil que,
da sua ignorância política
nasce a prostituta, o menor abandonado,
e o pior de todos os bandidos,
que é o político vigarista,
pilantra, corrupto e o lacaio
das empresas nacionais e multinacionais. 
(Berthold Brecht)

Dias Quentes: Decidi postar este brilhante texto do Berthold Brecht após conversar com um cidadão que listou uma série de insatisfações com a administração pública e finalizou com a seguinte frase:'' por isso odeio política''. Como podemos querer mudança se não nos enteressarmos pelo único meio capaz de realizá-las? É preciso conhecer para lutar por melhorias, por direitos respeitados e deveres cumpridos.
É de grande interesse da maioria dos homens públicos que odiemos a política, como o individuo da conversa, pois assim nos colocamos a parte de qualquer processo, facilitamos suas vidas e colaboramos pra falta de saneamento básico, para a saúde precária, a corrupção e todos os outros problemas que você certamente conhece. 
Abaixo a ignorância política!
Mensagem do blog
 Saber Viver
 Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!
Texto: Charles Chaplin
Mural de Recados.
 Esta é uma nova ferramenta que adicionei ( lado direito, abaixo de arquivo), para que você deixe seu recados de forma mais eficaz, e assim possamos interagir de uma forma mais ampla, deixe suas críticas, sugestões, e caso exista seus elogios.
É muito facil é so clicar em enviar mensagem ( caso abra uma janela com propaganda feixe e automaticamente vai abrir a janela para você escrever seu recado)  então é so escrever e enviar, pronto!

Este espaço é nosso!
Comissão aprova financiamento público para campanhas
Manutenção do sistema atual, que permite financiamento público e privado, foi derrotada.
A Comissão da Reforma Política do Senado aprovou na tarde desta terça-feira (5) o financiamento público exclusivo para as campanhas eleitorais, conforme tese defendida pelo PT e pelo PCdoB. A manutenção do sistema atual que conjuga financiamento público e privado foi derrotada por 12 votos a cinco. Foi a segunda vitória consecutiva dos petistas na comissão.
O presidente da comissão, senador Francisco Dornelles (PP-RJ), os tucanos Aécio Neves (MG) e Aloysio Nunes (SP), além de Roberto Requião (PMDB-PR) e Fernando Collor (PTB-AL) votaram pela manutenção do sistema atual, que conjuga financiamento público e privado.

Comentário Dias Quentes: Como já noticiei aqui, existe uma junta de senadores e deputados e organizações da sociedade civil que se uniram para propor e fazer aprovar uma tão necessária Reforma em nosso sistema político, parece que começou a ter resultados, pois a meu ver o financiamento privado de campanhas eleitorais é mais um mecanismo que facilita a corrupção em nosso país, pois quem financia ( bancos, empresas, etc), tem alguma relação com o canditado e certamente espera ser reenbolsado e favorecido de alguma forma pelo então eleito. O financiamento público pode dar mais transparência aos processos eleitorais, e oportunidade pra quem tem vontade de trabalhar pelo povo mas é ''impedido'' por quem tem mais dinheiro, digo porque hoje no Brasil quem na maioria das vezes se tornar parlamentar é quem tem mais cifrões na conta. Vamos esperar para ver no que dá.

Palmada pode prejudicar carreira do filho no futuro
Psicólogos dizem que pais precisam estabelecer limites, mas sem uso de violência.
Dar palmadas, ter opiniões incoerentes e deixar muita interferência na educação do filho são fatores que podem prejudicar a criança no futuro, inclusive na busca por uma área de trabalho e nos estudos.
Pedagogos e terapeutas compartilham da ideia. A psicóloga Clarice Guimarães afirma que bater no filho não vai torná-lo mais educado e obediente - ao contrário, pode ser uma fonte de traumas.
- Ele pode se encolher na vida, arriscar menos nos projetos, ousar menos nos empregos. O filho não vai ter uma agressividade natural para buscar as coisas.
Para a pedagoga Jane Ribeiro Barreto, estabelecer limites é fundamental, mas não passa necessariamente pelo uso da violência.
- A criança precisa sentir que errou, mas não precisa de dor para aprender.
É importante que os pais se perguntem que cidadão querem formar, qual a educação querem dar para seus filhos, pondera a pedagoga.
- Todo mundo se sente no direito de ajudar, o pai, a mãe, a sogra. Coerência e diálogo são importantes para formar o caráter da criança.
Para ela, o pior que pode ocorrer é que cada um - pai, mãe, irmãos, tios, avós - diga uma coisa, causando confusão na cabeça do filho.
- Pai e mãe precisam se posicionar e se colocar diante dos filhos.
Fonte: Portal R7

Comentário Dias Quentes :
No dia 30 de março fiz uma matéria ( Uma palmada dói?), que tratava justamente do bater ou não em crianças, quando vi esses dados no Portal R7 ontem, achei interessante postá-lo, a violência contra os pequenos ainda é extremamente desmedida, ontem mesmo vi em um jornal que três meninos de 1 ano e outro de oito anos eram torturados pelo padrasto, precisamos ter conciência do quão grave pode ser disciplinar usando da força das mãos.
Não te dar vontade de ter um assim ...
Este é o meu filho Bernardo, tem 9 meses, é um garotinho muito esperto, mas dá um trabalho....
Mensagem do Blog
TEMPO PARA TUDO

Tudo neste mundo tem seu tempo;
cada coisa tem sua ocasião.
Há um tempo de nascer e tempo de morrer;
tempo de plantar e tempo de arrancar;
tempo de matar e tempo de curar;
tempo de derrubar e tempo de construir;
Há tempo de ficar triste e tempo de se alegrar:
tempo de chorar e tempo de dançar;
tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las;
tempo de abraçar e tempo de afastar;
Há tempo de procurar e tempo de perder;
tempo de economizar e tempo de desperdiçar;
tempo de rasgar e tempo de remendar;
tempo de ficar calado e tempo de falar.
Há tempo de amar e tempo de odiar
tempo de guerra e tempo de paz.
Bíblia Sagrada: Eclesiaste 3, 1-8